sábado, 2 de junho de 2012

O Silvio Santos ta “caducando”?

Sempre gostei de assistir os programas do Silvio, mas na última semana ele pisou feio na “bola”. Sabe aquela brincadeira de muito mau gosto que alguns dizem para alguém acima do peso? É essa mesmo. Silvio disse para a moça: - “Aliás, você é daquelas que dá dois prazeres na cama, um quando..., e outro quando sai...”- Não vou continuar. O leitor sabe o resto. Ele teve a indelicadeza de dizer isso a jovem que estava acima do peso. Por muito menos que isso alguns bons jornalistas já foram demitidos. Ah, ele é o dono. Fico com saudades do “velho” Silvio.

Seu Manual

- Seu Manual quando eu não devo usar houveram? - O verbo haver no sentido de existir, ocorrer, acontecer (na indicação de tempo passado) é impessoal, não tem sujeito. Deve sempre ser usado na 3º pessoa do singular. Exemplos: - Havia muitos manifestantes na rua. (e não haviam) - Houve muitos acidentes nas estradas no fim de semana passado. (e não houveram) - “Se não houvesse agulhas, não havia alfinetes.” (e não houvessem / haviam ) Entendeu? - Sim. Obrigado.

Quem foi Colombo Salles?

Melhor dizer quem é Colombo Machado Salles. Ele está com 86 anos (completou no último dia 20 de maio), vive em Florianópolis. Natural de Laguna nasceu em 1926, é engenheiro civil. Foi o primeiro governador nomeado pelo regime militar, cumprindo seu mandato entre 1971 e 1975.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ficar de “molho”

Quem é autônomo sabe muito bem, férias é coisa rara. Ao mesmo tempo em que temos certa “liberdade”, talvez mais do que quem é funcionário, ainda assim ficamos bastante “presos” aos nossos serviços. Mas quando a situação fica difícil, tal como algum problema de saúde, aí não tem jeito. Nos últimos 20 anos, meu maior período de férias foi de 10 dias, e nem todos os anos. Senti na pele, literalmente, que não somos mesmo de ferro. Fiz uma consulta no posto de saúde do bairro Bela Vista na terça-feira, dia 8. Fui por dois motivos. Primeiro, por causa de alguns sinais. Na testa, nariz e nas costas. A esperança de que a retirada dos sinais, na testa e no nariz, me deixaria mais bonito, foi frustrante. Fiquei igual. O segundo, exames de sangue. Três dias depois me ligaram dizendo que a cirurgia seria em três dias. Da consulta a cirurgia, 6 dias. Legal. Já o exame de sangue pode levar até 60 dias. Fui imaginando algo muito simples. A cirurgia foi numa clínica em Palhoça. Na hora certa fui chamado e conduzido até alguns alunos que se formarão ainda este ano. Muito atenciosos por sinal. Depois de iniciada a primeira cirurgia mantive a calma. O professor que os orientava não demonstrava nenhuma simpatia. Tomara que seu profissionalismo supere essa falta. Em certo momento ele chegou perto do jovem médico e disse: - Você fez exatamente o que eu disse para não fazer. Vá mais fundo, mais fundo. Fiquei contente que ele não estava em minha última consulta com meu próctologista. Disse ao jovem médico que não deveriam ter esse tipo de conversa perto dos pacientes. Numa primeira cirurgia, com um professor de “cara amarrada”, e ouvindo isso, não é bom. E foram quatro etapas. Para quem ainda não fez uma cauterização, é tranquilo. Num dos sinais foram 5 pontos, no outro 1. Nunca havia sido “costurado”, nunca havia feito uma cirurgia desse tipo. Como não tenho direito a atestado, fui trabalhar na manhã seguinte. Aí a coisa “apertou”. Tentar vencer a dor é complicado. Trabalhando dói. Sentado dói. Para dormir é difícil. Pra quem está acostumado com o trabalho e a não dizer não para clientes é complicado. Mas é importante lembrar que às vezes é preciso saber ficar de “molho”. E mais importante ainda, cuidar da saúde. Meus sinais foram encaminhados para a biópsia. Agora é aguardar. Minha mãe teve câncer de pele. Minha esposa insiste em que eu e meus filhos usemos o filtro solar. Está certa. O índice de câncer de pele é auto, temos que nos cuidar. Escrevo me retorcendo de dor. Tomara que passe logo. Quero voltar a trabalhar o dia inteiro e 100%. Se não for querer demais. De molho só almôndega.

Pedofilia

Domingo dia 20, a Xuxa deu seu depoimento no Fantástico. Falou até sobre abusos sexuais que sofreu na infância. O que ela disse é uma grande realidade, os pais devem ficar muito atentos ao comportamento dos filhos. Alteração no comportamento pode ser um sinal. Mas a prevenção é ainda mais importante. Como? Lembrar do velho ditado: “Seguro morreu de velho”. No caso de Xuxa, os abusos ocorreram com pessoas próximas. Marido da avó, grande amigo do pai e etc. Portanto, “olho aberto”. Não é paranóia, mas muito cuidado com quem se aproxima de nossos filhos e com sinais de intimidade. Conversar abertamente com os filhos é vital. Deixar claro para eles que não devem ter medo de falar com os pais se notarem comportamentos “estranhos”. Molestadores muitas vezes ameaçam as crianças dizendo que farão mal aos seus pais caso contem o que aconteceu, ou que os pais não acreditarão. Em muitos casos os pedófilos são pessoas próximas.

Seu manual

- Seu Manual qual a diferença entre dispensa e despensa? - Dispensa é licença, permissão, isenção de serviço. Despensa é parte da casa, escola, hospital. Entendeu: - Sim. Ah, o senhor está dispensado por hoje.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nos ver com outros olhos

É de um poeta escocês, não sei seu nome, mas preste atenção: - Quem dera que por algum poder o dom fosse nos dado de olhar para nós mesmos assim como somos olhados! De quantos erros seríamos poupados – Desde que li essa frase, essa poesia, fiquei pensando – como os outros me veem. Meus amigos, clientes, colegas, familiares, etc. Nos olharmos numa fotografia ou numa filmagem, tal como dessas de casamentos, já nos surpreendemos. Mas creio que o poeta escocês queria ir mais a fundo. Creio que ele queria nos fazer pensar que, se de fato, tivéssemos esse poder, mudaríamos algumas ou muitas coisas. É fácil notar isso. É só pensar nos outros. Como os olhamos? O que falamos de nossos amigos? O que achamos que eles fazem de admirável e o que achamos que eles deveriam mudar? Paramos diante uma mesa de jogo, dominó ou canastra, e parece que só nós notamos uma boa jogada, quem vê de fora vê melhor. Vou perguntar para alguém. Talvez para mais de um amigo como eles me veem. O que pensam sobre mim? Que tipo de pessoa sou? Que impressão passo? Para aqueles que dizem que não estão “nem aí” para o que os outros pensam a seu respeito, com todo respeito, mas talvez esteja perdendo uma oportunidade de um valioso checape. Como disse o poeta: “De quantos erros seríamos poupados”. Só tem que ter coragem. O aparelho que fará o exame serão os olhos de um amigo. O resultado não virá num daqueles papéis de exames. Virá da boca de quem examinou. Tomara que bem poucos me peçam esse exame e o seu resultado. Se pedirem vou ter que “calibrar” bem os olhos e a língua. Espero o mesmo dos meus avaliadores.

Quem é quem.

Este é o tema do mais novo programa da TV BV, sábado as 21:40h. No primeiro programa o convidado foi Luiz Carlos Prates. O Prates de sempre. Diz o que pensa, defende o que acredita. Não tem meio termo quando se fala dele. É amado ou odiado. Depois de falar abertamente sobre sua saída da RBS, falou de uma certa pessoa cujo nome não revela. Disse que se encontrá-la na rua, será capa da Veja. Prates apresenta o Jornal do Meio Dia no SBT. Tomara que volte logo para alguma rádio local. Há uns dois meses perguntei a ele quando voltaria. Ele me disse que está com muitas atividades na TV, CBN Lages, jornais e palestras. Tenho a impressão que ele volta. Seria na Guarujá?

A colunista

Registro em meu espaço os mais sinceros elogios a uma colunista especial. Com um estilo agradável, muito inteligente, sensível, e sempre com assuntos que tocam fundo as relações humanas. Viviane Bevilacqua tem suas crônicas publicadas todos os domingos no caderno Dona DC. Consegue como poucos descrever sentimentos, anseios e desejos a nossa volta. É minha primeira leitura ao abrir o DC de domingo.

Seu “Manual”

- Seu Manual como eu escrevo a palavra cerrar? - Depende meu jovem. Cerrar com c é quando significa fechar. Exemplo: Cerre os olhos: vou fazer-lhe uma surpresa! Serrar com s é quando significar cortar. Exemplo: Ele já serrou a madeira. - Entendeu? - Sim!