quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Caros Ouvintes
Acompanhem também entrevistas com grandes comunicadores e crônicas. Na cadeira do barbeiro, bons bate papos e boas ideias. Confira: http://www.carosouvintes.org.br/author/deivison/?submit=%20Ler%20
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Fale a língua do seu amor!
Não é a primeira e não será a última vez que abordo esse
tema e esse autor aqui em minhas
crônicas.
“As 5 Linguagens do Amor” de Gary Chapman. Segundo
estudos de Chapman existem 5 maneiras de nos comunicar, ou melhor ainda, 5
tipos de pessoas com características diferentes em suas necessidades
emocionais. Por essa linha de raciocínio quando uma pessoa não tem seu “tanque
emocional” cheio, ela tem dificuldades em seu relacionamento.
Mais do que interessante, precisamos falar a “língua
primária” do nosso cônjuge.
Quais são elas? A- Palavras de afirmação – B- Tempo de
qualidade – C- Presentes – D – Atos de serviço – E- Toque físico.
Estou lendo pela segunda ou terceira vez esse livro. Consegui
descobrir minha primeira linguagem, e, mais importante, a da minha esposa. Pode
haver uma segunda também, mas fiquemos com a primeira.
Como disse que não seria a última vez que vou abordar esse
livro não vou mencionar todas, até porque o leitor (a) também tirará suas
conclusões se quiser ler o livro.
Imagine uma pessoa que tenha como primeira linguagem - o
toque físico. Essa pessoa, homem ou mulher, tem a necessidade do toque, de
carícias, de afagos, abraços, andarem de mãos dadas, mesmo um toque aparentemente
sem nexo, como tocar seu ombro ao passar por ela. Isso inclui o sexo, mas
Chapman alerta, o sexo vem depois, bem depois, o carinho, o toque, precisa
fazer parte do dia a dia.
E alguém que tem como linguagem primária - palavras de
afirmação? Ele cita Mark Twain, que disse certa vez: “Posso viver dois meses
com apenas um elogio”. A Bíblia diz em Provérbios 18:21: “A língua tem poder
sobre a vida e a morte”.
Todos gostamos de elogios, mas a pessoa que tem essa como
sua primeira linguagem precisa e muito desses elogios. Na verdade, sem eles,
seu “tanque emocional” fica vazio, o oposto é verdadeiro. Elogiar como a pessoa
está bem vestida. Elogiar um bom trabalho que a pessoa realiza. Isso para
citarmos apenas alguns elogios, que são para a pessoa, palavras de afirmação.
O ponto incrível que encontrei nesse livro é o fato de nos
preocuparmos mais com o nosso cônjuge. Não ficar esperando que ele, ou ela,
faça a sua parte, mas nós descobrirmos a linguagem primária dela ou dele e
colocar em prática. Difícil não dar certo.
Há outras linguagens, mas ficaria um texto longo. “Encher o
tanque emocional” de nossa esposa ou marido não tem preço. Vê-lo feliz e
realizado não é apenas gratificante. A pessoa, amada do jeito que precisa ser
amada retribui. E se ela também descobrir e falar a “língua do outro”, aí
teremos casamentos que lembram o noivado e voltamos ao namoro, mas com
maturidade, doação e cumplicidade. Experimente, fale outro “idioma”, a “língua”
de quem ama. Faz lembrar Atos 20:35: “Há mais felicidade em dar do que em
receber”.
Viva, trabalhe, estude, mas fale a língua do amor.
(Obrigado por me acompanhar neste 3º ano aqui no Caros
Ouvintes. Voltaremos a nos encontrar em janeiro. Abraços!)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Entrevista com Luiz Carlos Prates na CBN e TV COM em abril de 2010, sobre meu segundo livro de crônicas.
http://www.youtube.com/watch?v=CXZQLouSHg4
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Quanto vale um amigo
Se alguém perguntasse: “Quantos amigos tu tens?” O que
responderia? Talvez venha a nossa mente o nome daquele melhor amigo ou amiga.
Quantas músicas falam de amizade. “Amigo é coisa pra se guardar no lado
esquerdo do peito”. “Você meu amigo de fé meu irmão camarada, amigo de tantos
caminhos e tantas jornadas”. E que tal
essas: “Mas há um amigo que se apega mais que um irmão”, “O verdadeiro amigo
ama em todos os momentos. E se torna um irmão em tempos de aflição”. Provérbios
18:24 e 17:17.
Costumamos dizer que colegas e conhecidos temos muitos, mas
amigo, de verdade...
O que definimos como amigo de verdade? Se for aquele que
aprecia nos ouvir, demonstrando interesse em nossos assuntos e passando bons e
maus momentos ao nosso lado, esse é amigo.
Parece até fácil definir o que é um verdadeiro amigo. Mas e
eu, e o leitor, a leitora, somos amigos de alguém ou de muitas pessoas?
Olhar nos olhos de alguém e notar que há algo de errado e
não permitir que nossa correria e interesses pessoais nos impeçam de parar e
ouvir nosso amigo. Olhar para um amigo e deixá-lo saber que estamos aqui para o
que der e vier. E saber que às vezes nosso amigo (a) não está em condições de
se expressar como de fato gostaria. Alguém que seja atropelado e muito ferido não
tem condições de chegar sozinho em um hospital. Talvez nem consiga pedir ajuda.
Falar sobre sentimentos pode não ser fácil, mas é essencial.
Ter ombros, ouvidos, mente e coração aberto para ouvir e falar é vital. Caso
contrário teremos “um milhão de amigos” que nem sabem nosso sobrenome, nossos
gostos, anseios, defeitos e habilidades. O mais difícil é termos tempo ou
interesse em nos doar? Falar a um amigo no dia do seu funeral o quanto o amamos
será como palavras lançadas ao vento. Falar a um amigo o quanto o amamos e nos
doarmos em vida produzirá a felicidade guardada nos olhos e corações pedindo
por um: “Por favor, me ouça”. E quantas vezes nós também queremos isso, apenas
não falamos. Mas a pergunta é: Quanto vale um amigo? Imagine o seu melhor e
verdadeiro amigo e tente calcular.
Se não tiver um amigo consiga um ou muitos. Quanto custará?
O mais alto valor. Depois, cultive essa amizade. Talvez até chegue a conclusão
que não tem preço!
(Sinta-se a vontade
em deixar comentários sobre quantos amigos têm e o que faz um verdadeiro amigo)
Matéria sobre meu segundo livro na RBS TV Crônicas Na cadeira do barbeiro
domingo, 6 de dezembro de 2015
Pensamentos velados
Há quem diga: “Poxa, eu falei sem pensar”. Ou: “Ah, eu não
queria ter dito isso”.
Sempre tive dúvidas quanto a isso. Como podem chegar às
palavras em nossa língua, em nossa boca, sem ter primeiro passado pela cabeça,
pelos sentimentos?
Tenho um amigo que no alto dos seus 80 anos de idade e muito
sábio costuma lembrar um ditado: “Somos escravos das nossas palavras e senhores
do nosso silêncio”. Meu amigo, senhor Tufi, faz muito bem em nos presentear com
essa maravilhosa frase de reflexão.
Nunca antes vi tantas “placas” de igrejas, tantos
religiosos, tantos acadêmicos, tantos doutores, e nunca tinha visto tanta
intolerância, preconceito, impaciência. Desde uma fila na sinaleira ou no
supermercado. Ou com pessoas de outra denominação religiosa. E ainda pela cor
da pele ou origem, de outro país ou outro Estado. Quanta raiva, indignação.
A ignorância leva pessoas a agirem de maneira imprópria.
Ignorar o que não conhecem. Não fazer caso e não querer entender o outro lado
da história.
Ouço na CBN que funcionários haitianos são maltratados em
alguns lugares. Quem faz isso tem a audácia de se considerar melhor que eles,
quando na verdade ainda não chegam nem perto de seu caráter.
Se “pinta um quadro” de certas classes de pessoas ou
profissionais e pronto, assunto encerrado.
O interessante é que muitas dessas pessoas que ao contrário
do amar procuram ser tolerantes. Tolerar é bom sim, mas depende do quê. Se
sempre toleramos com a vontade de pular no pescoço do outro é porque não temos
amor, compaixão, empatia.
Muitos celebram em dezembro o nascimento de Cristo. Segundo
estudos e pesquisas Jesus nasceu lá pelo início do mês de outubro. E ainda
assim, como diz outro ditado: “a mão que bate é a mesma que acaricia”. Ou seja,
esses mesmos preconceituosos, racistas, intolerantes, terão a coragem de
festejar fora de época o nascimento de alguém que viveu e demonstrou o amor em
sua plenitude. Beijos e abraços e felicidades serão “disparados a torto e a
direita”, por alguns que não são assim ao longo do ano, ao longo da vida.
Atos de bondade, de amor ao próximo, de respeito, deviam
fazer parte da vida, parte de nós. O Bullyng, as piadas e desrespeito com
pessoas que demonstram fé e amor, o preconceito, já deveria ser trabalhado em
casa, por nós, pais. Caso contrário, aumentará o número dos que se julgam
superiores. Haverá mais pessoas dizendo: “Eu não queria ter dito isso”. Queria
sim. Assuma. Ou então, mude a maneira de encarar a vida, as pessoas. Renovar
nossa maneira de pensar nos dará o maravilhoso som do silêncio quando
necessário e palavras brilhantes que saem de um coração e mente de pessoas que
falam o que pensam de melhor!
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
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